Final de tarde, quase noite de uma terça-feira já longínqua mas ainda próxima o suficiente de minha memória. Éramos adolescentes, meu irmão mais velho confiou-me um segredo de momento _ sairia com uma namorada e para isso usaria o carro de nossa mãe. A noite escureceu a tarde e trouxe consigo extrema aflição a minha mãe, que, incomodada ao extremo, confidenciou que sabia que o filho mais velho estava em perigo. Levantou-se e recolheu-se em oração. Passada uma hora, meu irmão chegou assustado, uma hora passada estava ele sob a ameaça de um homem armado, uma tentativa de assalto.
Assim como minha mãe, inúmeras outras mães tem esse tipo de pressentimento. Tanto que o Dr. Ian Stevenson publicou, na década de 70, um trabalho científico sobre mães que pressentem o que ocorre com os filhos.
O cérebro é capaz de receber e processar informações oriundas de outras mentes, é o que mostra a pesquisa do Dr. Stevenson e é o que muitos sabem por vivência própria.
Mais uma vez a pergunta se faz _ de onde vem o pensamento? Agora fica claro que o cérebro tem a capacidade de emitir e receber ondas e isso mostra que a mente não é material. Os sentimentos e as emoções chegam organizados ao cérebro receptor e não dependem do continuum espaço-tempo _ quem leu o texto anterior vai se lembrar da experiência do meu amigo Giovane.
Podemos dizer que já podemos afirmar de onde vem o pensamento, mas fica para a próxima postagem.
terça-feira, 3 de maio de 2011
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